IFC/COBRECOM aponta 10 erros que comprometem a segurança da instalação elétrica de um imóvel residencial
De acordo com a empresa, a falta de um projeto elétrico, a não contratação de mão de obra qualificada e capacitada, além da economia com a aquisição de materiais não certificados são alguns dos fatores que podem resultar em choques elétricos, sobrecargas, curtos-circuitos e até mesmo incêndios de grandes proporçõesSão Paulo, 20 de outubro de 2021 – A instalação elétrica é um dos quesitos mais importantes de uma construção. Porém, pelo fato de os principais componentes elétricos como disjuntores e cabos elétricos, por exemplo, não ficarem visíveis (estão dentro do quadro elétrico e das paredes), muitas pessoas não dão a devida importância na hora de projetar corretamente ou comprar os melhores materiais para essa etapa.
Mas, para que a instalação elétrica de seu imóvel funcione corretamente e seja segura, confiável e de qualidade, a IFC/COBRECOM, que é referência nacional na produção de fios e cabos elétricos de baixa tensão, alerta que qualquer erro, por mínimo que seja, pode resultar em sérios problemas.
Segundo o professor e engenheiro eletricista Hilton Moreno, que também é Consultor Técnico da IFC/COBRECOM, a lista de erros que comprometem a segurança da instalação elétrica é grande, com destaques para o dimensionamento dos fios e cabos elétricos abaixo do necessário para atender as cargas, o que leva a sobrecargas, curtos-circuitos, incêndios e desarmes frequentes de disjuntores; a ausência de aterramento, de fio terra e do dispositivo DR, o que compromete a segurança das pessoas contra choques elétricos; entre outros.
E para conscientizar as pessoas de que com instalação elétrica não se brinca, a IFC/COBRECOM lista os principais erros que comprometem a instalação elétrica.Erro nº 1: Pessoa
que não entende de instalação elétrica fazer por conta própria o projeto e a
aplicação dos materiais na obra
É o primeiro grande erro, uma vez que os leigos não dominam todos os conhecimentos, técnicas e boas práticas necessárias para trabalhar com instalações elétricas.
“O resultado de projetos e instalações realizados por leigos é um elevado número de acidentes, às vezes fatais, além de perdas de patrimônio e equipamentos”, alerta Hilton Moreno.
O profissional explica que é preciso contratar um engenheiro eletricista habilitado e qualificado para dimensionar corretamente o projeto elétrico do imóvel, além de um eletricista capacitado para a execução do serviço.
“Todo imóvel residencial deve ter um projeto elétrico preparado de acordo com a norma técnica NBR 5410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Esse fator, aliado à execução correta do projeto, contribui para o funcionamento seguro e adequado de todos os componentes da instalação”, lembra o Consultor Técnico da IFC/COBRECOM.
Também vale destacar que o dimensionamento dos fios e cabos elétricos abaixo do necessário para atender as cargas resulta em sobrecargas, curtos-circuitos, incêndios e desarmes frequentes de disjuntores
Erro nº 2: Economizar
com a compra de materiais elétricos
A economia é sem
dúvida uma grande inimiga da instalação elétrica, pois a aquisição de produtos
elétricos de qualidade duvidosa e que não atendem os requisitos mínimos das
normas, reduzirão a qualidade, a confiabilidade e a eficiência energética,
colocando a instalação, as pessoas e o patrimônio em sérios riscos de incêndios
e choques elétricos.
“No caso
particular dos fios e cabos elétricos não normalizados, tais produtos são
fabricados com cobre de má qualidade, com quantidade de cobre inferior à exigida,
sem falar que existem marcas que entregam comprimento de cabo menor do que
deveria”, afirma Moreno.
Além disso, os cabos elétricos irregulares (‘desbitolados’), por serem subdimensionados, resultarão no aquecimento dos condutores, nas perdas de energia e no aumento na conta de luz.
Outro fator é que o produto de má qualidade ainda pode resultar em queda constante dos disjuntores, curtos-circuitos e incêndios
Para essa etapa, a dica é seguir a lista de materiais especificados pelo engenheiro eletricista e que deve ter produtos elétricos de boa qualidade, que sigam as normas técnicas e que sejam confiáveis e seguros.
Erro nº 3: Ausência
de aterramento, fio terra e dispositivo DR
A falta desses itens de proteção, que são obrigatórios
pela NBR 5410, compromete e muito a segurança das pessoas contra choques
elétricos.
O sistema de aterramento oferece um caminho
para que as descargas elétricas que poderão ocorrer no local sejam adequadas e
seguramente conduzidas pela instalação, além de proteger as pessoas contra
choques elétricos. Ele também é um item fundamental no sistema de proteção
contra a queima dos componentes da instalação e dos equipamentos
eletroeletrônicos.
Já o condutor de proteção (“fio terra”), que
é parte importante do sistema de aterramento, deve ser instalado em todos os
circuitos elétricos, inclusive nos circuitos de iluminação.
Quanto ao dispositivo DR, sua instalação também é obrigatória em saunas e piscinas. Nos circuitos dos ambientes que podem ser molhados como a cozinha, banheiros, áreas de serviço, entre outros, devem ser previstos DRs de alta sensibilidade (menor ou igual a 30 mA).
Erro nº 4: Ausência
de DPS
Esse
dispositivo também é fundamental em qualquer instalação elétrica, pois reduz o
risco de queima de aparelhos eletroeletrônicos quando da ocorrência de
descargas elétricas atmosféricas (raios) diretamente na instalação ou em sua
proximidade.
Vale lembrar que a norma NBR 5410 determina as cores dos revestimentos dos cabos de acordo com a sua função: Azul claro para condutores neutros; verde ou verde com amarelo para os de proteção (fio terra); e demais cores para os condutores de fase e retorno.
Erro nº 6: Usar
cabos PP (500 ou 750 volts), Paralelo ou Torcido (300 volts) nas instalações
elétricas fixas
A
utilização desses condutores elétricos em instalações fixas é proibida. Isso
porque esses cabos são destinados apenas para a ligação de equipamentos
eletroeletrônicos ou em extensões para a ligação temporária de aparelhos. Além disso, eles não possuem propriedades
antichama.
Erro nº 7: Uso
inadequado de benjamins e extensões
Os benjamins e extensões, geralmente, aumentam em até três vezes ou mais a quantidade possível de ligação de equipamentos em uma única tomada. Quando tal produto é mal utilizado, o resultado disso é o aquecimento do circuito elétrico, o consumo elevado de energia e as sobrecargas.
A solução é especificar uma tomada para cada aparelho elétrico. Numa sala de TV, por exemplo, onde são ligados diversos equipamentos pode-se prever quatro tomadas em uma única caixa.
Caso
isso não seja possível, então o usuário deve estar atento para não ligar uma carga
no benjamim ou na extensão superior ao que poderia ser ligado em uma só tomada.
Erro nº 8: Fios e cabos elétricos que ficam soltos e espalhados
Além de depreciar a construção, os riscos de
curtos-circuitos e incêndios são constantes, fora a possibilidade de as pessoas
sofrerem choques elétricos ou tropeçarem nos condutores elétricos.
Por isso, os fios e cabos elétricos devem obrigatoriamente ser instalados dentro de eletrodutos, canaletas ou outros componentes específicos para essa finalidade.
Erro nº 9: Ausência
de tomadas de uso específico
Equipamentos de alta potência, como ar-condicionado,
torneira elétrica, forno elétrico, geladeira, entre outros necessitam de uma
tomada de uso específico, que não pode ser compartilhada com outros
equipamentos.
Na falta delas poderá haver sobrecargas nas tomadas que são utilizadas e que não foram destinadas ao uso com potências elevadas.
Erro nº
10: Falta de manutenção preventiva
A prevenção é sempre o melhor remédio para
garantir a segurança e a qualidade da instalação elétrica.
A primeira revisão da rede elétrica do imóvel deve ser feita, no
mínimo, dez anos após o término de sua instalação. Depois disso, é fundamental
verificar tudo a cada cinco anos pelo menos.
Sobre a IFC/COBRECOM:
Fundada na década de 90, a empresa é 100%
nacional e especializada na fabricação de fios e cabos elétricos de baixa
tensão.
Possui duas modernas unidades fabris em Itu/SP e Três Lagoas/MS,
que contam com tecnologia de ponta para garantir a excelência de seus produtos,
que são fabricados com cobre puro para fins elétricos.
O seu rigoroso acompanhamento de todo o processo de produção garante materiais seguros e confiáveis que atendem a todas as normas de fabricação.
Além disso, a IFC/COBRECOM é homologada
pela Petrobras, conta com certificado de qualidade ISO 9001 e certificados
de conformidade em produtos (Inmetro) em toda sua linha.
Também é associada da Qualifio (Associação Brasileira pela Qualidade dos Fios e Cabos
Elétricos).
Recebeu vários prêmios de reconhecimento como
o de Empresa Destaque em 2011, 2012,
2014 e 2016 da Abreme (Associação
Brasileira dos Revendedores e Distribuidores de Material Elétrico).
Em 2018 a empresa recebeu outros importantes
prêmios como o Case Ouro no 12º Prêmio Masterinstal que é organizado
pelo Sindinstalação (Sindicato da Indústria da Instalação) e pela Abrinstal
(Associação Brasileira pela Conformidade e Eficiência das Instalações).
Também recebeu o 3º Lugar na Categoria Fios e Cabos do Prêmio Abreme Fornecedores 2019.
Em 2020 a empresa conquistou dois importantes
troféus no 29º Prêmio Anamaco: o 2º
Lugar na Categoria Grandes Clientes e o 3º Lugar na Categoria Pulverização, ambos
no Segmento de Fios e Cabos Elétricos.
IFC/COBRECOM: (11) 2118-3200 - 0800-7023163 -
www.cobrecom.com.br
Informações para imprensa: Marcos
Guaraldo: (11) 9.9172-4808 (Claro) e (11) 9.7396-4823 (Vivo) - imprensa.cobrecom@gmail.com
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